viseu.
ele: a reviver memórias e a revisitar lugares do passado dele.
eu: a resgatar pedaços de cerâmica e malas de cartão de passados alheios.
fotografia: pedro martins
Parece que este tabuleiro também pertenceu à minha bisavó Maria. Deu-mo uma tia há uns dias. Depois de uma boa lavagem, tratei de o desinfestar (uso xylophene da dyrup). A seguir, há-de levar uma boa camada de cera chaves e poderá ser usado de novo.
a propósito do cobertor cinzento que aparecia nestas imagens:


pertenceu à minha avó noémia e gosto particularmente dele porque me faz lembrar os antigos cobertores do exército cada vez mais (re)utilizados em ambientes contemporâneos.
(a fronha de travesseiro com a rendinha delicada tem a mesma proveniência)
as casas das avós estão sempre cheias de tesouros!

via the paper jar

via design crisis


via ouno
Estou cada vez mais interessada por este tema: reciclar, recuperar, reutilizar, re-pensar, adaptar, reduzir, aproveitar.
O “T” de madeira, encontrei-o no chão. Suponho que tenha sido deitado fora depois de ter deixado de servir para a sua função… fosse ela qual fosse. Agora, tem uma nova.
- Iro Nassopoulos


Encontrámos (parte de) um móvel no lixo. Com excepção das costas, toda a estrutura do móvel é construída numa madeira de boa qualidade e que, à parte de algumas marcas de cigarro e muito lixo, se encontra bem conservada. Infelizmente, as gavetas não foram deitadas fora junto com o móvel pelo que nos será exigida alguma criatividade para a sua recuperação.
A primeira ideia que surgiu foi pintar o interior numa cor diferente, ou forrar com papel de parede, e fazer uma estante. Alguém tem outras sugestões?
Entretanto, há por aqui muito trabalho de limpeza a fazer! Até já!

