chá

interiors. ideas. emotions. life.

Month: March, 2010

kitchen update evolution

do you remember that?

well, i’ve started the kitchen “industrial” update

it started when the faucet we had has broken and had to be replaced

now i had some “industrial style” details such as the old drawer, the ikea hyllis shelving unit and the fas clamp…

it still needs some other setails but what I really want is a little pallet like that to keep my tea stuff

Advertisements

o meu primeiro graça paz

Ontem consegui, finalmente, organizar-me para ir ver as historias de sentimentos aos trambolhões.  E, como aliás eu esperava, gostei imenso.

Não conhecia a Quasiloja , e devo dizer que fui recebida com uma simpatia muito serena que me deixou confortável para explorar por minha conta, e à vontade, o trabalho da Graça, que há tanto tempo queria conhecer pessoalmente (também quero conhecê-la a ela pessoalmente e ontem, pelos vistos foi por pouco; parece que ela tinha saído cerca de 15 minutos antes de eu chegar – mas fica para outro dia; sei que sim).

Como eu dizia, fui deixada à vontade para admirar os quadros e pude imaginar a Graça a trabalhar no seu maravilhoso atelier, a fabricar aquelas pequenas maravilhas com as suas mãos talentosas e a sua cabeça a fervilhar de ideias.

E depois via-a a ELA (She) e soube que  tinha de a trazer comigo. Bom, se eu pudesse teria trazido mais coisas. Mas ELA é especial, é perfeita é mágica e felizmente coube dentro das minhas possibilidades.

 

E agora – como uma miúda feliz com um brinquedo novo –  ando encantada a experimentar todos os cantos da casa para lhe encontrar o sítio perfeito.

Estou realmente feliz com o meu primeiro – mas certamente não o último – Graça Paz.

Quanto à Quasiloja, tenho Quasi-a-certeza que hei-de voltar, porque estava literalmente recheada de coisas bonitas e simpáticas – a começar pela proprietária (suponho).

Único senão desta ida ao Porto: hora de ponta de sexta-feira à tarde… É bom ir à cidade. Mas de cada vez, fico grata por não ter de viver lá.

a minha primavera

Hoje foi o meu primeiro dia de Primavera. Hoje senti-me a largar o Inverno.  Senti o Sol na minha pele. E mexi na terra e senti-lhe o cheiro. 

Quando regressava a casa, depois do almoço, tive a boa surpresa de encontrar os pais do Pedro a trabalhar no nosso jardim. E por isso, deixei para trás algumas outras obrigações e juntei-me a eles. O trabalho não rendeu muito, mas deu-me um enorme prazer. Começamos a arrancar as ervas daninhas que foram crescendo durante o Inverno e cobriram o gramão que eu tinha plantado em Setembro. 

E atrás da casa ficaram plantadas, pelas mãos do pai do Pedro, as nossas primeiras duas árvores de fruto.

“Os produtos de beleza na província”

“Os produtos de beleza na província”, originally uploaded by violeta from portugal.

Folheava eu, distraída, o suplemento d’ O Século, de 16 de Agosto de 1916, quando me deparo com esta preciosa informação. Onde encontrar os produtos de beleza recomendados pela redacção da época, fora da cidade de Lisboa. Ora, este assunto é do maior interessa para uma rapariga do campo, como eu. E cá está! Aqui mesmo, em Águeda, é possível encontrar os referidos produtos na casa do Sr. Alvaro Vidal. Em alternativa, posso encontrá-los ainda na cidade onde trabalho, Oliveira de Azeméis, na casa do Sr. Adelino de Carvalho. É bom saber por isso, pelo sim pelo não, resolvi recortar e guardar a informação em lugar seguro. Sabe lá uma rapariga quando é que, de repente, precisa de se pôr bonita?

;)

Boa semana!

adoptar um cão

girls playing, originally uploaded by violeta from portugal.

Quando as vejo assim, felizes, não consigo evitar lembrar-me da primeira vez que as vi. Tanto uma como outra revelaram de imediato o seu carácter meigo e submisso. Mas a aparência não era a melhor. A sarna tinha tirado à Pucca grande parte do pêlo e uma hérnia na barriga parecia um tumor. A Zara estava magra e fraca. E, escusado dizer, ambas sujas e mal cheirosas. Agora é vê-las assim…

Há pouco tempo uma conhecida confessava-se incapaz de apanhar um cão, assim, na rua. Por estar sujo, poder ter doenças…

A bem dos muitos animais que vagueiam por aí- alguns deles abandonados pelos donos, mas nem quero falar nisso – sinto-me na obrigação de apelar, uma vez mais, à adopção de animais.

Não há que ter medo da sujidade e das doenças. Não é nada que um banho e uma visita ao veterinário não resolvam. O amor que eles têm para nos dar, em contrapartida, é imenso.

scrumdilly-do-ing!!!

OK. Let’s see. How can explaint it? Hmmm… well, there are a couple of  things that I want to force myself to try. Drawing is one of them.

But let’s face it. I haven’t a clue of how to start. So I’m always excited with new, easy and fun projects like this one, from scrumdilly-do! and I feel that I have the obligation to try.

Here is my side of the story.

1- I picked a piece of cardboard from a box

2- Glued a kind-of-patchwork made from a vintage newspaper

3- Sketched the trees and the house folowing jessica’s tutorial

4 – Used my own fingers to paint it with white acrylic since I have no idea of how to use paint-brush 

5 – I found that I was unable to copy jessica’s bird (maybe because it’s actually a cloud and not a bird :P)  so I cheated. I googled something like “how to draw a bird without making it look like a cheese toast” and I found this. Then I drew it with a correction pen (clever, uh?)

and a couple of hours later…

6 – I ruined everything with my black marker… Then I waited until night to take a picture with candlelight so you won’t be able to see how bad it is =)

Anyway, there’s my damn thing. Enjoy  the view!! I almost forgot to say: I had a lot of fun! Thanks, Jessica!!!

conta-me como foi (DESAFIO)

conta-me como foi (DESAFIO), originally uploaded by violeta from portugal.

Acabo de lançar um desafio no Flickr, que é o de observar um conjunto de imagens recolhidas aleatoriamente no Grupo “Vida Portuguesa” e explicar brevemente que memórias da vossa infância vos suscitam.

Fico a aguardar as vossas contribuições, aliás, recordações!!

Tanto potencial/Huge potential

Esta casinha, com r/c e 1º andar, soalho no chão, paredes de pedra e escadas em granito está à venda numa zona serrana, perto de onde vivo.

Sou só eu que acho, ou existe aqui imenso potencial?

This little cute house in the mountains, not far from where I live – with wood floor and stone walls – is for sale. It’s only me, or there’s a huge potencial there?

Só queria que os donos deste pequeno tesouro me pudessem ouvir dizer: “Não, não vendam! Deixem-me pegar nela e transformá-la no vosso paraíso de fim-de-semana.”

I wish the owners of this precious treasure could ear me saying “No, no, please don’t sell it! Let me take care of it and I will transform it in your weekends’ paradise”

(mais detalhes aqui)

Liberdade

Cada vez acho mais que ter uma casa confortável e acolhedora não tem nada a ver com o dinheiro gasto na decoração. Claro que eu gosto de peças dispendiosas e tenho uma boa lista de objectos de desejo. Alguns deles com um preço ridiculamente alto que, provavelmente, nunca chegarei a comprar. Ou talvez compre. Uma coisa não impede outra. Pelo contrário, complementam-se.

O que quero dizer é que é possível decorar a casa com muito pouco. Basta:

1. Prestar atenção aos detalhes
2. Saber procurar
3. Não estar presa a preconceitos.

1. Os detalhes fazem a diferença e personalizam o ambiente. Fazem-nos sentir que vivemos numa casa. Na nossa casa. Não num quarto de hotel. Ou pior, numa exposição de móveis.

2. Saber procurar implica ir a vários sítios, físicos e online. Primeiro em busca de ideias e inspiração. E depois, o mais importante: procurar algo equivalente ao que desejamos e que caiba no nosso orçamento.

3. Os preconceitos… os preconceitos estragam tudo.
“Usado? Fora de questão!”
“Tem de ser recuperado? Nem pensar!”
“Nos chineses?!”
“Estava no lixo!!!”…
…e tantos, tantos outros.

O melhor de tudo: a sensação de liberdade. Em relação aos preconceitos. Às “útimas tendências”. E aos preços exorbitantes.

macarons ao pé de casa

macarons ao pé de casa, originally uploaded by violeta from portugal.

Quem diria que eu havia de comprar macarons aqui mesmo ao lado de casa?
Podem não ser exactamente iguais aos da Ladurée, mas nos dias em que o que preciso mesmo é de uma boa injecção de açúcar , estes sempre ficam mais à mão …