o meu primeiro graça paz

by catarina clemente

Ontem consegui, finalmente, organizar-me para ir ver as historias de sentimentos aos trambolhões.  E, como aliás eu esperava, gostei imenso.

Não conhecia a Quasiloja , e devo dizer que fui recebida com uma simpatia muito serena que me deixou confortável para explorar por minha conta, e à vontade, o trabalho da Graça, que há tanto tempo queria conhecer pessoalmente (também quero conhecê-la a ela pessoalmente e ontem, pelos vistos foi por pouco; parece que ela tinha saído cerca de 15 minutos antes de eu chegar – mas fica para outro dia; sei que sim).

Como eu dizia, fui deixada à vontade para admirar os quadros e pude imaginar a Graça a trabalhar no seu maravilhoso atelier, a fabricar aquelas pequenas maravilhas com as suas mãos talentosas e a sua cabeça a fervilhar de ideias.

E depois via-a a ELA (She) e soube que  tinha de a trazer comigo. Bom, se eu pudesse teria trazido mais coisas. Mas ELA é especial, é perfeita é mágica e felizmente coube dentro das minhas possibilidades.

 

E agora – como uma miúda feliz com um brinquedo novo –  ando encantada a experimentar todos os cantos da casa para lhe encontrar o sítio perfeito.

Estou realmente feliz com o meu primeiro – mas certamente não o último – Graça Paz.

Quanto à Quasiloja, tenho Quasi-a-certeza que hei-de voltar, porque estava literalmente recheada de coisas bonitas e simpáticas – a começar pela proprietária (suponho).

Único senão desta ida ao Porto: hora de ponta de sexta-feira à tarde… É bom ir à cidade. Mas de cada vez, fico grata por não ter de viver lá.

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