a um dos meus leitores mais assíduos

by catarina clemente

Como agradecer-te, a infância feliz e as boas memórias? Como costumavas baloiçar-me na toalha de praia ou chegar a casa com cromos novos para a caderneta? Ou como tornaste menos dolorosos os dias negros em que temi ficar sem mãe? Como, mais tarde, me impediste de cometer um erro grave? Como nunca me faltaste com absolutamente nada? Como me apoiaste mesmo quando não concordavas com a minha decisão? Como estiveste e continuas a estar sempre ao meu lado? Constantemente. Incansavelmente. Incondicionalmente. Como só um pai, um bom pai, um grande pai, pode e sabe fazer?

Não tenho como te agradecer senão amando-te da mesma maneira. Incondicionalmente. É como te amo, Pai.

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