chá

interiors. ideas. emotions. life.

Month: April, 2011

today’s soundtrack

Simple things are waiting

For the one who wants it so

You bet your bottom dollar

It’ll cost less than you know

Blue hearts blue tears

Blue ‘n’ bruised ‘n’ sore

Blue skies waiting

On the other shore

A simple life’s no mystery

Confusion lies without

Get washed in the water

Feel your light pour out

Do I know how

How will I know

Cast the ropes that bind you

Get in that boat and row

Forsake not what’s around you

For simple is close at hand

You might get tossed on water

But keep your heart peeled for land

Blue hearts blue tears

Blue ‘n’ bruised ‘n’ sore

Blue skies and blossoms

On the other shore

today’s soundtrack

Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

– letra e música de Jorge Palma, 1982

iTrap revisited

Na página do fabricante, pode ler-se acerca da inteligência dos roedores, da arte do aprisionamento e da colocação e montagem de ratoeiras. Pretensiosismo à parte, há funções mais nobres que se podem atribuir ao produto…

Na imagem, flores de mélia (também conhecida por cinamomo ou amargoseira).

Nome científico: melia azedarach. Floração: flores fragrantes, em inflorescências axilares grandes, cobertas por pêlos quando jovens, cálice composto de 5 sépalas esverdeadas, com 5 pétalas púrpuras ou lilás, de 10 mm de comprimento. Floração de Abril a Junho.

[imagem via Plant Information Center]

[imagem via Flowering Writing and Others]

flip the switch (off)

um novo projecto. aqui.

eu a divagar: estranha forma de vida

as exigências da sociedade ocidental actual – onde o sucesso pessoal+profissional+material deixou de ser um direito para se constituir um dever, senão mesmo uma imposição, independentemente do preço a pagar – tornam lamentavelmente fácil esquecermo-nos de quem verdadeiramente somos.

distraímo-nos, e quando damos por isso, limitamo-nos a ser o que os outros esperam de nós ou nos fazem crer que é  melhor ou, simplesmente, mais conveniente.

de vez em quando, precisamos parar e respirar fundo. e concerdermo-nos a oportunidade de nos olharmos sob uma perspectiva diferente: aquela que é, efectivamente, a nossa.

esta reavalição pode revelar debilidades em muitas das assunções e presunções que fazemos acerca da nossa própria pessoa e, sobretudo, permitir-nos reajustar o nosso percurso numa direcção mais proveitosa.

[imagem: SayingImages.com]

can i answer later?

i need a deeper insight into myself

adenda 

“Num certo sentido, é necessário, como disse o oráculo grego, conhecer-se a si mesmo. Essa é a primeira meta do conhecimento. Mas reconhecer que a alma do homem é incognoscível é o objetivo supremo da sabedoria. O mistério final somos nós mesmos. Quando tivermos conseguido pesar o sol na balança e medido os degraus da lua e desenhado o mapa dos sete céus, estrela por estrela, ainda restaremos nós. Quem poderá calcular a órbita da própria alma?”

– Oscar Wilde,  De profundis

 

to do list


imagem via fatefulparadise

some of us think holding on makes us strong

but sometimes it is letting go (herman hesse)

 imagem via notsalmon

lethes home

“A Lethes Home é o resultado da indústria de artesanato e tecelagem Vianatece para o retalho, situada nas margens do rio Lima, em Viana do Castelo. Ao criar a marca foi clara a intenção de, subliminarmente, cunhar o nome com uma espécie de certificado de origem. A inspiração foi a lenda associada ao rio Lima que em tempos foi conhecida por Lethes,  “rio do esquecimento por tão belo ser!”

Rua Sá da Bandeira, Nº90, Porto.

Além da loja do Porto, a marca possui também uma loja em Viana do Castelo e  loja online.

Vale a pena visitar.

texture

texture, originally uploaded by violeta from portugal.

“scant attention is paid to our senses by the purveyors of today’s technological gadgetry with their ever-increasing obsession for convenience and labor-saving devices. there is not much textural appeal, for example, about computer hardware, or mass-produced, static-inducing synthetic carpets and fabrics. in complete contrast, sensual textures like soft wool blankets, crisp cotton bedlinens, and light and downy pillows are staples handed down from past generations that help us to bolster us against the more soulless elements of modern living. from the perfect smoothness of a baby’s skin to the gnarled and ridged bark on a tree, natural textures are there for us to notice and appreciate […] our homes need natural textures to transform them into living breathing spaces.”

– Jane Cumbertach in

 purestyle, accessible new ideas for every room in your home

roseactivity