o doggy e a idade

by catarina clemente

começou a manifestar medo de situações que antes lhe eram familiares: treme assim que pressente que vai para o banho, assusta-se com pequenos barulhos e foge da câmara fotográfica. chora mais e passa grande parte do dia a dormir. em contrapartida, assim que nos sentamos à mesa para jantar, assistimos – todos os dias  e durante uns minutos – a um doggy outra vez jovem que corre, rosna e salta em brincadeiras com o “irmão” mais novo. é o doggy: a mudar com a idade e, ao mesmo tempo, igual a si próprio.

doggy

doggy

Advertisements