chá

interiors. ideas. emotions. life.

Category: Baby

o nosso pequeno alfabeto: L e M

l é para… loiça

está oficialmente aberta a época das papas, das mãos pegajosas, das máscaras faciais de fruta e da comida pelo ar.
comer e andar

m é para… mobilidade

parece que é crime mas comprámos-lhe um andarilho. usado em curtos períodos dá-lhe alguma mobilidade e numa casa com dois cães parece-nos mais higiénico do que deixá-la andar pelo chão. espero que não nos tirem a guarda da criança por causa disto! comer a andar

qual é a ideia, mãe?…

ai as mães tolinhas
e as ideias peregrinasIMGP1781

carmo descobre a colher

agora falta descobrir para que servecarmo descobre a colher

carmo descobre a colhercarmo descobre a colher

o nosso pequeno alfabeto: H e I

h é para… histórias
i é para… imaginação

08.08.2012
08.08.2012
08.08.2012

my day in photos 04.08.2012

carmo à beira rio

carmo à beira rio

PicMonkey Collage

da chupeta

chucha na roupa, na mão, na língua e, se a deixassem, na cara do pai e no ombro da mãe… na chupeta é que não.
com a chupeta brinca, olha, ri, lambe, mordisca… chuchar é que não.

20.07.2012
20.07.2012
20.07.2012

da genética

procuram-se semelhanças entre o bebé número 1 e os bebés números 2 e 3. mais se informa que, a existirem, tais semelhanças não são mera coincidência.
já agora, para quem achar piada a estas habilidades da genética vale a pena espreitar o projeto portraits génétiques.
da genética

Portrait génétique from Ulric Collette on Vimeo.

com cheirinho a alfazema

com um destes tecidos, a minha mãe fez uma almofada de alfazema para a carmo – consta que tem efeito calmante sobre os bebés. à noite, aconchego-a naquele cheirinho e, enquanto mama, leio-lhe uma história*. haverá melhor maneira de adormecer? pelo ar de satisfação, parece que não.

*há quem ache que só vale a pena ler para os bebés a partir dos 6 meses e quem, como eu, ache que nunca é cedo para começar (cheguei a ler-lhe antes de ela nascer). e vocês? a partir de quando começaram a ler para os vossos meninos?
uma história e um cheirinho a alfazema

ser mãe em portugal

é verificar no talão da farmácia que todos os produtos adquiridos para o seu recém nascido pagam vinte e três por cento de iva

๏̯̃๏

que sou livre, dizem-me.
porém se quisesse ter outro filho
teria de o levar ao banco da esquina
porque sua é a minha casa.
o meu menino chamaria pai ao gerente
e mãe à caixa
aprenderia a andar com uma cadeira
de rodinhas de escritório
dormiria numa gaveta dos arquivos
e eu seria apenas um parente afastado
que lhe sorriria do meu lugar na fila.
passaria por lá de vez em quando com a desculpa de aumentar a hipoteca
só para ver como o criam
como o ar condicionado o afecta
se sabe enviar um fax
e se o gerente lhe oferece um jogo de frigideiras
pelo seu aniversário.

– ana pérez cañamares (tradução trapézio sem rede)

dorme, menina, dorme

e o amor é uma asa
esvoaçando sobre nós
a polvilhar de ternura
os timbres da nossa voz

– josé jorge letria
30.05.2012
30.05.2012
30.05.2012