chá

interiors. ideas. emotions. life.

Category: I made it myself

a receita

usei esta receita, com pequenas alterações: dupliquei as quantidades, usei formas de 20 cm e alterei ao aspeto da cobertura. resultado: a massa do bolo fica parecida com a do bolo de arroz, bastante amanteigada, mas mais húmida e com bastante sabor a limão. a acidez das framboesas equilibra os sabores e o lemon curd é, para mim, a cereja (literalmente) no topo do bolo. recomendo. claro que nem tudo correu bem: o chantilly não ficou tão sólido quanto o desejado e a lalaloopsy aterrou de cabeça no recheio. apesar disso exatamente por isso, ficou perfeito! :)lalal(oops)yan acute case of  conjunctivitisthe making oflalaloopsya receita

Advertisements

dois!!

o bolo...(i am blessed)soprar...as mensagens...scott e pinkiethe day after

DIY: placa para o quarto das crianças

(inspirado nas placas da Ingrid Jansen)

-1 tábua velha (do lixo)
-letras para decalcar (da loja chinesa)

Escolher uma frase e… mãos à obra.
DIYDIY

embrulhar sem andar aos papéis

material: papel cavalinho A3, aguarelas, cotonetes para escrever;
o que escrever – para identificar a pessoa que vai receber o presente: o nome, uma expressão matemática cujo resultado seja a idade, várias palavras que comecem com a mesma letra do nome, palavras relacionadas com a profissão/área de estudos, as letras do nome desorganizadas… são tantas as possibilidades… é só deixar trabalhar a imaginação.presentespapel de embrulhopapel de embrulho

a árvore

então este ano decidimos que o tema seria a reutilização. para a árvore, inspirámo-nos nos modelos da ingrid jansen (gosto tanto mas taaaanto de tudo o que ela faz!!), fomos à praia em busca de madeira trazida pelo mar e, munidos de pregos e martelo, pusemos mãos à obra. para os ornamentos, reutilizámos alguns do ano passado, mas também cortadores de bolachas, fitas e um carrinho de linhas saídos da caixa da costura, uma casinha de monopólio e fragmentos cerâmicos da coleção, incluindo os passarinhos encontrados em vilarinho das furnas e o azulejo que um amigo me trouxe quando foi esvaziar a casa do avô.

o mais curioso foi que o mar decidiu dar-nos várias tábuas em tons de azul. e eu que cometi o erro de decorar a minha primeira casa TODA em tons de azul – na altura era bastante adepta dos esquemas de cores – apanhei-lhe um tal enjoo que, durante anos não admiti que absolutamente nada desta cor me entrasse pela porta dentro. mas o mar deu e eu acedi. fiz as pazes com o azul. não vamos voltar a ser os melhores amigos mas assim, sem exageros, estamos bem.

de resto, para mim o natal continua a ser isto: estar em família – o que não é exclusivo desta época do ano –  a nossa própria tradição de fazer e decorar juntos a árvore, a receita de perú recheado da minha sogra (que essa sim, só se faz uma vez por ano) e, não sendo possível livrar-nos da troca de presentes, espero que um dia consigamos instaurar a tradição de não trocar presentes comprados mas apenas coisas feitas pelas próprias mãos. e não, nem pela minha filha, aliás, sobretudo pela minha filha, não vou começar agora a fingir que é o pai natal que traz os presentes ou que o natal tem alguma coisa a ver com jesus.

[gostava que as fotografias tivessem ficado melhor, mas o facto é que se eu já tenho pouca paciência para ajustar tripés e isos e efes em circunstâncias normais então com uma piolha de sete meses à perna é zerinho]the tree the treethe treethe tree

pintar

“Coelha Grávida a contar aos Pais”, Paula Rego, 1982

 

roseactivity